segunda-feira, 20 de março de 2017

IaFeed: Os melhores jogos com navinhas!

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Senhoras e senhores, o Insira a Ficha está de volta! Após merecidas férias, embalamos no clima do lançamento de Mass Effect Andromeda e listamos os melhores jogos navinha. Prepare-se para viajar em jogos que vão desde divertidos "pew pew" com navinhas até longas explorações espaciais!

Daniel Silva Santos - Star Fox Assault
Juntava altas emoções na nave com aventura em 3ª pessoa fora da nave. Por mesclar o melhor do estilo “navinha em 3D” com aventura, é um excelente título para quem quer entrar no gênero, mas não tem paciência para jogar um game só de nave.

Vinícius Bressan - Strikers 1945 (franquia)
Pensa num troço difícil! Talvez seja porque eu sou meio piá de prédio em relação à jogo (não que não goste de me sentir desafiado, mas jogar a mesma parte 192793278368 vezes é meio porre), mas me lembro de jogar esse clássico japonês dos fliperamas no Play 1 do meu vizinho, e os dedos chegavam a tremer, de tão tensos nos momentos que o jogo realmente se tornava um bullet hell.

Infelizmente não me lembro exatamente de qual é o Strikers que a gente jogava - o fato do Strikers 1945 II ter sido o primeiro lançado aqui no Ocidente, e apenas como Strikers 1945, ajuda a tornar as coisas mais confusas - mas fica aí a minha recomendação pra jogar qualquer um dos games da série, côza boa de verdade.

Caso esteja se perguntando porque um jogo em que você controla aviões da 2ª Guerra está nessa lista, gostaria de argumentar que os inimigos são aeronaves futurísticas.

Mateus Mognon -  Gummi Ship do Kingdom Hearts
Tá ok, gente, posso estar forçando a barra, mas se vocês jogarem, vão me entender. Como toda a premissa de Kingdom Hearts é viajar por mundos e livrá-los da escuridão, em praticamente todos os 654654848 jogos da franquia temos que viajar em naves e combater aliens forjados com os piores sentimentos.
Nos dois principais jogos da série, Kingdom Hearts 1 e Kingdom Hearts 2, o modo Gummi Ship é o caminho entre um mundo e outro, onde a gente pilota uma nave espacial. Além disso, é possível personalizar, equipar novas armas e poderes espaciais encontrados nas batalhas espaciais contra os Heartless.
E o que mais impressiona é o cuidado com esse jogo secundário, pois, para completar todas as fases com todos os bônus, é necessário rejogá-las diversas vezes, e sempre montando uma nave equilibrada - encher sua Gummi só com armas não é uma boa ideia, já fiz isso e deu ruim.

Enfim, sei que o mini-game Gummi Ship não é um jogo em si, mas é muito divertido, e se fosse lançado como aplicativo para smartphone eu definitivamente jogava meu dinheiro na tela do meu pobre Zenfone.

Willian Ferreira Vieira - Sonic Wings (Aero Fighters)
Sonic Wings fez parte da minha infância, mesmo eu tendo nascido 3 anos depois do lançamento do jogo e eu só ter colocado as mãos num fliperama aos 5 ou 6 anos. Sonic Wings já estava completando seus 10 anos no fliperama aqui perto de casa, e era um dos meus jogos favoritos no local (que possuia três jogos).

Já no SNES, eu jogava muito o Aero Fighters e achava o jogo muito parecido com o Sonic Wings, mas mal sabia eu que era o “mesmo game”. Com o tempo o título passou a fazer parte de todos os consoles que fui jogando.

A franquia é muito boa, os jogos eram ótimos e parte da equipe responsável pela criação deles acabou sendo a mesma responsável por diversos outros jogos do gênero para consoles (dentre esse jogos o Strikers 1945 citado por meu bff Vinícius Bressan).

Felipe Buzzi - Mass Effect 2
Se não fosse pelo tão criticado final de Mass Effect 3, eu teria colocado toda a trilogia da Bioware entre os melhores jogos de navinha. Em 2007 saia para Xbox 360 o primeiro jogo que daria o ponta pé inicial nesse universo sci-fi e apresentaria um dos protagonistas mais icônico dos games: Comandante Sheppard. Pra ser sincero, eu teria que reservar um tempo para lhe explicar a história base do jogo, mas não vou fazer isso porque temos o Google.

Não vou somente defender Mass Effect 2 como um dos melhores jogos de navinha. Meu ponto aqui é te mostrar como ele ultrapassa o gênero garantindo o pódio de um dos melhores jogos já feito.

Depois de nos introduzir o futuro no primeiro jogo, a sequência foi ainda mais ambiciosa ao tentar expandir a nossa visão criativa que temos do universo. A bordo da navinha (que convenhamos é um baita NAVÃO) Normandy SR-2, exploramos a Via-Láctea e seus respectivos sistemas solares. A variedade de planetas, vegetações, condições climáticas e espécies tão próximas e acessíveis nos deixam com o sentimento de que tudo aquilo poderia ser real.

Mass Effect 2 vai nos jogando cada vez mais para dentro da narrativa e dos personagens. O sistema de RPG faz o jogo ficar ainda mais imersivo e interessante para quem gosta de passar horas dentro de um gameplay. Mass Effect te dá a fantástica sensação de como é ser um humano imperfeito no meio de tantas outras espécies — também imperfeitas.

É tudo tão bem construído que você pode se encontrar facilmente emocionado em um diálogo rápido e aleatório entre duas espécies totalmente distintas e apaixonadas. Recomendo muito para alguém que ainda procura o melhor jogo de sua vida.
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Escrito por

Núcleo de jornalismo de tecnologia e games da Universidade Federal de Santa Catarina. Criado por estudantes, coordenado por estudantes e mal redigido por estudantes

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